A BÍBLIA

Aí vai um texto que achei de muita relevância para ser postado aqui, no Blog do Infosol, uma vez que muitos de nossos freqüentadores não entendem ou mesmo conhecem algumas verdades. Então, segue na íntegra, um trecho de um artigo do site a Bíblia em Bytes:

Como poderemos conhecer à Deus, ou saber sua vontade para nossas vidas? Isso não é possível, a menos que Ele próprio se revele a nós! Se Ele próprio não nos informa, nunca poderemos saber com certeza as respostas às perguntas que a nós, como seres humanos, mais nos importam. Aqui é importante ressaltar que a Bíblia se nos apresenta como sendo a revelação escrita de Deus. Pretende ser o livro no qual Deus nos dá as respostas às grandes perguntas que preocupam a nossa alma, questões que toda a sabedoria e a ciência dos homens é incompetente para solucionar com qualquer grau de certeza.

A Bíblia declara acerca de si mesma que é a revelação especial de Deus; temos portanto de reconhecer que reivindica ser o verdadeiro tipo de fonte de onde se deriva um conhecimento de verdade religiosa digno de confiança. Chega às nossas mãos com a asserção que as palavras vêm do próprio Deus: “Assim diz o Senhor”. Se Deus existe, e se se preocupa pela nossa salvação, esta é a única maneira (fora de uma revelação divina direta a cada indivíduo de cada geração sucessiva) que poderia, de maneira certeira, transmitir esse conhecimento para nós. Tem de ser através de algum registro escrito, exatamente aquilo que a Bíblia é, segundo seu próprio testemunho? A inspiração que defendemos é das palavras originais, hebraicas, e gregas, escritas pelos profetas e apóstolos.

1) – Não há dúvida que algumas outras escrituras religiosas fazem a mesma reivindicação acerca de si mesmas, tais como o Corão e o Livro de Mórmon. Deve-se reconhecer, porém, que estes documentos não possuem as credenciais que autenticam a Bíblia como registro verdadeiro da revelação divina. Mais notadamente falta-lhes a validez que se comprova pela profecia anterior a seu subsequente cumprimento, e pela presença em todas as suas partes do Redentor humano e divino. O Livro do Mórmon é enfraquecido pelas muitas inconsistências e inexatidões; o Corão, que alegadamente foi ditado por um arquétipo coeterno com Alá, exibe não somente os mais estranháveis erros históricos, mas também pontos de vista mutáveis de um autor humano (Maomé) à luz dos acontecimentos do seu dia. Não há comparação entre a Bíblia e estes livros quando se trata da grandeza e da clareza dos pensamentos que transmite, e do poder que exibe ao penetrar na alma humana com consequências que transformam vidas.

2) – O que se pode dizer acerca da tradição oral? Não há a possibilidade de a verdade infalível de Deus ter sido transmitida de boca em boca durante sucessivas gerações? Sim, pode ter acontecido assim, e não há dúvida que algumas porções da Bíblia foram conservadas assim até chegar à sua forma autoritativa e final, por escrito. Mas a tradição oral é necessariamente instável de natureza e sujeita a alterações por causa do fator subjetivo: a memória incerta do guardião daquela tradição. O legado de fé foi transmitido oralmente durante milênios desde Adão até Moisés, na sua maior parte, mas a forma final escrita, lavrada por Moisés, deve ter sido especialmente supervisionada pelo Espírito Santo, para assegurar a sua divina veracidade. As próprias Escrituras dão considerável ênfase ao seu estado escrito, e raramente imputam divina veracidade a mera tradição oral. Embora seja verdade que as palavras pronunciadas por Moisés, os profetas, Jesus e os apóstolos fossem divinamente autorizadas desde o momento de terem sido pronunciadas, não havia outra maneira de conservá-las com exatidão a não ser pela escrituração.

3) – “Desde o começo, embora creiamos que na Galiléia e entre os seus íntimos nosso Senhor falava em aramaico, e embora saibamos que algumas de suas últimas palavras na cruz foram pronunciadas naquela língua, no seu ensino público, suas discussões com os fariseus e sua fala com Pôncio Pilatos, foram realizadas principalmente em grego”.

 

 

Os que se interessarem em ler o artigo completo, aí vai a URL: http://www1.uol.com.br/biblia/shema/abiblia.htm

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