Quando julgamos…

O que julgamos ser óbvio

Quase nunca o é em verdade.

O que julgamos ser verdade

Quase nunca o é em absoluto.

O que julgamos ser absoluto

Quase nunca o é para sempre.

O que julgamos ser para sempre

Quase nunca vai além do amanhã.

O que julgamos ser até amanhã

Quase nunca chega até lá de fato.

Quando julgamos,
quase sempre o fazemos com nossos sentimentos
e sem ter o conhecimento de todo o contexto,
nos falta compreender o que seja a transitoriedade da vida,
por isso, na grande maioria das vezes erramos.

Autor: Sérgio Rossetto

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