Despindo o Ativismo Gay

Foto: Mídia Ninja

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De onde vem a força do ativismo gay? Como ele consegue se inserir em todos os setores sociais encampando sua doutrina? O certo é que vivemos um tempo sem precedentes no que se refere a um esforço global para tornar o homossexualismo num terceiro gênero institucionalizado.

Muito se vem fazendo em escala mundial para estabelecer o gayzismo como um movimento legítimo. Mas, seria legítimo um movimento que tenta colocar num nível superior, com tantos privilégios exclusivos, um grupo restrito de pessoas? O que se pode inferir é que, na verdade, o objetivo não é dar um status de raça superior aos gays, mas, como numa negociação com o restante da sociedade, estão colocando o preço inicial bem alto até se chegar a um preço “bom” para os dois lados.

No caso em questão, o preço inicial bem alto são os muitos privilégios aos homossexuais, e o preço “bom” é conseguir projetar em toda sociedade a ideia de que o homossexualismo é totalmente natural e, por isso, deve estar no mesmo patamar na estrutura social em que estão os gêneros masculino e feminino. Em outras palavras, trata-se da “desconstrução da heteronormatividade”.

Quando digo que os ativistas querem o mesmo tratamento que tem os gêneros masculino e feminino, entenda isto da forma mais ampla que puder. Aqui vão algumas dicas.

Ilustração: Christiano Veras.

Tais quais os gêneros naturais, isto é, o masculino e o feminino, o gayzismo quer a opção “G” para tudo. Num formulário de inscrição qualquer em que se pergunta o seu sexo, até aqui temos: H ou M. Bem, pra ser democrático deve ser: H, M ou G. Num restaurante, aos banheiros masculino e feminino, acrescenta-se o banheiro “G”, ou o banheiro para homossexuais.

Quando um casal tem um filho e entra numa loja para escolher o berço do bebê, geralmente encontra modelos em tons azuis, para meninos, ou rosas, para meninas. No mundo G, teria os berços em “tons” arco-íris.

Mas não é só isso. O que está na base de tudo é o mesmo de sempre: o dinheiro, mais precisamente o Dólar americano, o agente mais influente do mundo.

São os interesses do dólar que comandam a filosofia, a sociologia, a história, as artes e tudo mais neste planeta.

E o que o dólar quer? Bem, ele quer sempre mais. Para isso, quer um novo mercado de consumo. Um mercado totalmente novo que se possa explorar até a última gota.

(Foto: Harald Dettenborn) George Soros, um dos maiores financiadores do ativismo gay.

O homossexualismo seria esta oportunidade. De fato, se você refletir um pouco, não há outro “nicho” com potencial lucrativo tão colossal quanto este. De tudo o que já existe, basta apenas oferecer ao modo gay, ou na “nova” versão gay, ou na cor gay, ou exclusivo para gays, ou ao estilo gay de ser e de viver.

Não seriam necessários investimentos iniciais em inovação (que é bastante caro) para atender este público, basta vender o que já existe na versão “G”.

Dessa forma, como disse, cria-se um novo e gigante mercado a ser explorado, com incontáveis segmentos. Um deles é o mercado editorial, que renovaria suas forças e engordaria o seu balanço anual, pois serão “necessários” muitos livros para explicar esse novo momento, ou ensinar aos casais homo como cuidar de uma criança. Também, será preciso aprender como ser um líder gay proativo, ou um executivo gay de alta performance.

Mas, e as revistas, sites e blogs gays? Pois é. Ao que já existe se juntariam outros milhares.

Tem ainda a sala de jantar gay. O modelo de roupa gay para o inverno, verão…; o fogão gay, a geladeira cor arco-íris, a exclusiva TV Gay em 3D. Os jogos olímpicos homossexuais, a copa do mundo gay e, claro, com arquibancadas especiais só para gays, com preços “diferenciados”.

Acho que deu pra entender o que quero dizer.

Talvez alguém ache exagerado demais tudo isso, mas com toda a força que esse movimento tem ganhado nos últimos anos, e olhando para as suas fontes de financiamento, como George Soros (investidor, entre os dez mais ricos do mundo), Jeff Bezos, dono da Amazon, a maior loja online do mundo (com força na venda de livros suficiente para quebrar diversas grandes redes de livrarias físicas nos EUA), e tantos outros investidores, esse panorama não fica assim tão distante ou impensável.

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