Como peixes fora d’água: Os visitantes de sua igreja se sentem assim?

Peixe fora D'água 02 - INParte da responsabilidade que temos em pregar o evangelho pode estar sendo negligenciada debaixo do nosso nariz. Responda a si mesmo: como estão sendo recebidos os visitantes que chegam à sua igreja?

É muito comum projetos de evangelismo desenvolvidos por igrejas. Esses projetos podem demandar bastantes recursos financeiros e tempo de trabalho. Contudo, uma parte desta responsabilidade que temos em pregar o evangelho não exige muito, mas pode estar sendo tratada displicentemente.

Por um lado, programas missionários que podem exigir muitos recursos recebem atenção total. Por outro lado, uma simples organização para acolher de maneira eficiente os visitantes não é levada a sério ou simplesmente não se pensa nisso. Em ambos os casos, contudo, se trata do mesmo assunto: salvação de almas.

As pessoas podem visitar uma igreja por diversas razões. Às vezes só estão querendo um grupo no qual possam se integrar socialmente ou à procura de uma crente-gata ou de um crente simpático. Outros podem estar com a vida totalmente destruída ou a família aos pedaços. Ainda, pode ser alguém que acabou de mudar de cidade. Nós não temos como saber a motivação de cada um que chega para nos vistar. Além disso, esse fator, em princípio, não é relevante em termos missionários.

Um pescador não vai querer saber porque um peixe caiu em sua rede, mas se caiu na rede… pois é.

Semelhantemente, todo templo, que é uma agência missionária, funciona como uma rede. Não importa se é numa cidade pobre ou num centro urbano desenvolvido. As pessoas que chegam até o templo devem ser acolhidas com base no pressuposto de que todos precisam de Jesus, já que apenas Ele pode nos levar a Deus e reconstruir vidas e famílias, faz renascer esperança e dar uma razão legítima de viver.

As igrejas costumam falar bastante em missões e evangelismo. Se você quiser atenção e ser levado a sério é só falar em evangelizar comunidades pobres no sertão brasileiro.

No entanto, não é só no sertão ou comunidades carentes que existem pessoas que precisam ouvir do Deus que salva. Isto, porém, é apenas parte da missão, pois além de ouvir o evangelho, as pessoas precisam ver esse mesmo evangelho em ação e ele se manifesta por meio de nós.

O acolhimento das pessoas que visitam nossa igreja já é parte da expressão do evangelho. Mas se você está pensando neste acolhimento apenas como a recepção à porta do templo você ainda não entendeu do que estamos tratando aqui.

Acolher de maneira evangelística ou missionária requer uma estrutura, mínima que seja, para envolver aquele que chega. É um processo que começa na recepção à porta do templo – ou previamente por meio de um convite – até a inserção num grupo de apoio no qual esta pessoa pode receber um tratamento bem mais pessoal, visto que o cristianismo é uma religião prática, e quando autenticamente presente numa comunidade se expressa no amor e no cuidado com as pessoas, de dentro e de fora.

Mas por que nós não costumamos valorizar as pessoas que chegam para nos visitarem? Isto deveria ser algo tratado com mais importância.

Talvez as pessoas se sitam como peixes fora d’água. Nossa tarefa é ajudá-las a sentirem-se amparadas e apoia-las de fato. Isto é uma boa ideia.

Agora você pode nos dizer sobre sua experiência a esse respeito. Responda a enquete abaixo:

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